terça-feira, 20 de outubro de 2009

Quebrando um galho





Só precisamos de uma TV, um DVD Player (com USB), um Pen Drive e sua criatividade.
Sei que não é nenhuma novidade, mas como eu desconhecia, acredito que muitos também não saibam, por isso, resolvi repassar esta informação.
Uma amiga levou para Escola um DVD Player com entrada para USB. Ainda não conhecia, mas imaginei que pudesse ajudar em sala de aula, já que não possuímos Projetor. Tentei passar um slide, mas não conseguir. Foi ai, que ao ler o MANUAL, percebi que tinha que transformar em imagens (JPEG), já que não reconhece o slide, feito no PowerPoint.
No programa LINUX, não consegui, mas no WINDOWS dá para fazer.
Crie um slide de apresentação no PowerPoint, depois de pronto selecione todos os slides,vá no "Arquivo", “salvar como..”, (quando abrir a janela para salvar), escolha o “salvar tipo JPEG”, em seguida aparecerá uma outra janela, perguntando se é para aplicar em todos dos slide, você salva. Está pronto. Passe para o PEN DRIVE, ou DVD se você preferir. Utilizando uma TV de 29 ` (daria mais visíbilidade), ou a que tiver na escola, dá para você passar o esquema de sua aula, imagens, desenhos, tabelas, gráficos, cenas que queira analise dos alunos, a letra de uma música, de uma poesia, enfim, tudo que você criar em slide e salvar em jpeg, ou mesmo filmes, que poderão ser salvos no pen drive (depois, serem apagados), em vez do DVD, é mais econômico.
Por exemplo, transformei de uma professora de Geografia, imagens da TERRA, e várias outras fotos da crosta terrestre, do sistema solar, do texto explicativo, etc materia do slide que havia criado e deu certo. Não é como no Projetor claro, mas já é mais uma forma diferente de dar aula.
Agora é com você, "invente" à sua maneira, esta ideia.
(Imagens: Google)
fonte:http://renatopconduru.blogspot.com/2009/10/quebrando-um-galho.html

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Homenagem aos Professores

(15 de outubro – dia do Professor)

O PROFESSOR SEMPRE ESTÁ ERRADO

Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista"
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".

É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Fonte: Revista do professor de Matemática 36, 1988

sábado, 5 de setembro de 2009

Ainda sem professores

Continuamos com falta de professores de Portugues, turnos da manhã e noite; Matemática, tarde e noite; Inglês, tarde e noite; Artes, noite. Quem conhecer profissionais que aceitem trabalhar na periferia da cidade, visto que a CODES não consegue lotar professores nessas áreas, indiquem a escola Cidade de Emaús. Queremos continuar acreditando na possibilidade de trabalhar as oportunidade de igualdade à crianças e adolescentes. Nos ajudem, é um apelo!

domingo, 23 de agosto de 2009

O desafio de uma escola na periferia

Não tem sido fácil coordenar atividades dentro de uma escola cujo objetivo não se resume simplesmente a "adestrar" alunos e alunas, fazendo com que cheguem ao "vestibular". Há inquietude, principalmente, de nossas crianças e adolescentes. Há um trabalho reprodutivo, conservador, ainda que cheio de boas intenções. Estabelece-se dessa forma um conflito, que se agrava com a disseminação do consumo de drogas em quase todos os municípios e periferias do país, além de assistirmos inerte a drenagem de dinheiro público sendo dragado pelo ralo da corrupção. O que esperar e o que dizer sobre o futuro? Quais as coisas reais que essa escola pode oferecer no sentido de contribuir com esses meninos e meninas? Ajude-nos a pensar uma saída para este verdadeiro drama que estamos vivendo. Um drama que se aprofunda a cada ano, com ausência de professores, evasão escolar freqüente, gravidez na adolescência, jovens as voltas com atos inflacionais, pais e mães desvinculados culturalmente e historicamente da escola, etc. Adultos, jovens e crianças devem estar aqui, conosco, pensando esses caminhos. Também serão bem vindas as experiências de outras escolas, de outros educadores e educadoras, educandos e educandas. Será, ainda, interessante receber para o debate e para matar a saudade os nosso amigos e amigas de outros estados e de outros países.

João Raimundo da Silva Sousa